Anel solitário: o que é, quais pedras escolher e como usar
O anel solitário é um dos modelos mais clássicos da joalheria. A ideia é simples: um aro fino com uma única pedra em destaque na parte superior. Essa austeridade é o que faz a peça funcionar tão bem. O olhar vai direto para a pedra, e é ela que define o caráter do anel.
O que define um anel solitário
O formato tradicional tem aro liso e pedra central em cravação quatro pontas ou six prong, que deixa a pedra elevada e bem à mostra. Em joalherias de alto padrão, a pedra geralmente é um diamante. Em joias de prata 925 e semijoias, o mais comum é a zircônia branca ou a moissanite, que entregam brilho muito próximo ao do diamante por um preço bem mais acessível.
A moissanite tem índice de refração ainda maior que o do diamante, o que resulta em um brilho intenso e colorido que chama atenção. Já a zircônia entrega um brilho limpo e cristalino, com aparência muito próxima ao do diamante natural. As duas são boa opção dependendo do que você busca: a moissanite para quem quer máximo brilho, a zircônia para quem prefere um visual mais discreto e clássico.
Variações do modelo
O solitário clássico tem aro liso e pedra única. Mas existem variações que expandem as possibilidades sem perder a essência do modelo:
- Aro com microzircônias: o aro cravejado com pedras pequenas ao longo de toda a extensão dá mais brilho ao conjunto e é uma versão mais elaborada do clássico.
- Aro mais largo: confere um visual mais robusto e contemporâneo, sem perder a proposta do solitário.
- Pedra colorida: solitários com tanzanita, esmeralda colombiana ou turmalina pink têm uma presença diferente do clássico branco, mas mantêm a mesma elegancia de uma única pedra em destaque.
Como usar
O anel solitário é uma peça coringa. É discreto o suficiente para o trabalho, bonito o suficiente para um jantar ou evento especial. Por ser uma peça limpa e sem excesso, aceita bem outras combinações: pode ser usado sozinho ou integrar um mix de anéis com peças mais simples nos outros dedos.
No mix, o solitário costuma ser a peça principal. As demais entram como complemento, em modelos mais finos ou lisos, para não competir com a pedra central. Um anel aparador logo abaixo do solitário é uma das combinações mais elegantes que existem.
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